quinta-feira, 30 de abril de 2015

Plantas em Modelos



CHINA PINTA PLANTAS DE IMÓVEIS EM MODELOS PARA ATRAIR COMPRADORES 

Uma novidade na China sobre propagandas está chamando a atenção da população. O marketing imobiliário começou a ser feito de uma maneira muito curiosa - as modelos têm seus corpos pintados com plantas para vender os imóveis.

Em uma feira de imóveis em Century Square, na cidade de Jilin, é possível ver a pintura corporal desfilando entre os potenciais compradores.

Os expositores, aproveitando a novidade, também utilizam a sensualidade das modelos para despertar o interesse dos compradores, de acordo com o jornal "China Daily".

A China tem uma das maiores taxas de casa própria no mundo, com a "visão tradicional" de que a casa deve ser própria, não alugada.

Fonte: http://www.arenapolisnews.com.br/noticia.php?cod=373489

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Uma casa que é um OVO



“Minha casa é um ovo!”, reclamam os que moram em lugares muito apertados sem nem desconfiar que, graças a um escritório de arquitetura belga, a expressão pode ter um significado bem próximo da realidade. Com menos de 20 metros quadrados, o Blob V3 é um ambiente móvel em formato oval que abriga banheiro, quarto e cozinha e, se por um lado não tem motor próprio, vence os tradicionais trailers no quesito estilo.

Criado pela dmvA Arquitetura para resolver os problemas de espaço de um escritório italiano que não conseguia autorização para se expandir, o projeto ganhou outros usos e hoje pode funcionar como quarto de hóspedes ou até mesmo como uma casa. A base é uma estrutura de madeira forrada com poliéster e em acabamento branco, parecido com uma casca. No interior, diversos nichos permitem guardar roupas, sapatos e objetos variados.
Para completar a sensação de se viver em um ovo, a iluminação artificial interior é em tom de amarelo.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/imoveis/uma-casa-que-um-ovo-literalmente-10333850

terça-feira, 28 de abril de 2015

Porteiro Corretor



No fim de semana, o porteiro do seu condomínio aparece todo arrumadinho e perfumado? Tanto capricho pode esconder uma questão polêmica. Com o aquecimento do mercado de compra e venda de imóveis, cresce também o número de empregados de edifícios que fazem o papel de corretores, auxiliando proprietários a conseguirem compradores. E sábado e domingo é quando a procura se intensifica.

Mas, enquanto muita gente não vê nada demais em pagar uma comissão por esse serviço, os corretores já declararam guerra aos porteiros que exercem informalmente sua profissão: no Rio, há dois anos o Conselho Regional de Corretores de imóveis (Creci-RJ) firmou um convênio com o Ministério Público para coibir essa atividade.

Neste período, já foram proferidas cerca de 300 sentenças de processos penais contra porteiros.

Em seu site, o Creci vai além: expõe um cartaz da chamada "Operação porteiro-corretor", que informa as penalidades previstas em lei - o objetivo é que a peça seja impressa e fixada nos quadros de avisos dos prédios.

R$ 3 mil, o valor da comissão na Gávea

Há um mês, uma empresária que prefere não se identificar vendeu um apartamento de dois quartos, numa pequena rua da Gávea, com a intermediação do porteiro. O valor da venda foi de R$ 300 mil e ela pagou, ao empregado, uma comissão de R$ 3 mil - 1% do valor do imóvel, bem abaixo dos 6% usualmente cobrados pelos corretores.

- O imóvel estava alugado e, quando o inquilino saiu, comentei com o porteiro que ia vender. Ainda não tinha entrado em contato com corretores porque o apartamento estava em inventário. Mas logo o porteiro apareceu com vários pretendentes. Que toparam, inclusive, comprar em inventário. Quando fechei o negócio, ele me pediu a comissão - conta a empresária.

O presidente do Creci-RJ, Casimiro Vale, ressalta que a entidade tem participado de eventos voltados para síndicos, mostrando que o condomínio pode ser responsabilizado caso ocorra um problema mais sério: - Quando o porteiro abre a porta para qualquer pessoa interessada, a segurança do prédio fica exposta e, em caso de assalto, por exemplo, o morador pode mover ação contra o condomínio. Antes de levar alguém para a visita, o corretor faz todo um levantamento

Há riscos de entraves jurídicos, diz entidade

O presidente do Conselho Federal dos Corretores de imóveis (Cofeci), João Teodoro, garante que a reação dos corretores não se deve apenas à perda de mercado de trabalho: - Antigamente, o corretor aproximava partes.

Hoje, fazemos muito mais: obtivemos a regulamentação profissional porque o Congresso entende que a transação imobiliária é complexa, envolve conhecimentos técnicos, legislativos e mercadológicos. O comprador pode adquirir o imóvel com uma série de "pepinos" jurídicos, e nem ele nem o porteiro terão noção disso.

Teodoro ressalta, no entanto, que intermediar uma transação não é o mesmo que prestar informação: - O porteiro pode informar que há imóvel à venda ou para aluguel e até fornecer o contato do dono. Mas, se receber honorário por isso, mesmo na forma de agrado, estará exercendo nossa profissão ilegalmente.

O assessor-jurídico do Sindicato dos Empregados em Edifícios do Município do Rio, Antonio Carlos da Costa, diz que, embora o sindicato não compactue com esse procedimento, compreende a dupla atividade: - O porteiro precisa ser cada vez mais especializado, conhecer segurança patrimonial e manusear equipamentos eletrônicos, mas só ganha cerca de R$ 500.

Atividade informal acontece mais em prédios pequenos da Zona Sul

Os porteiros-corretores atuam principalmente nos bairros da Zona Sul do Rio, onde é grande a procura por imóveis, e especialmente em prédios pequenos e com poucos moradores - o que aumenta as chances de o funcionário se ausentar da portaria de vez em quando.

Uma publicitária que é moradora do Jardim Botânico conta que já comprou e já vendeu apartamentos com a ajuda de porteiros em edifícios com esse perfil. Ela não considera essa atividade como um exercício da profissão de corretor, já que os funcionários não liam com nenhum tipo de documentação.

- Quando estava procurando imóvel para comprar, batia pernas pelo bairro e conversava com os porteiros. Oferecia um dinheiro para que me avisassem assim que um apartamento vagasse e, claro, pagava como havia prometido. Quando fechei negócio, acabei dando uma comissão para o funcionário pela ajuda. E fiz o mesmo para o que indicou compradores para o meu antigo imóvel. Muita gente faz isso - justifica ela.

Funcionários podem ser demitidos por justa causa

O presidente do Cofeci, João Teodoro, sustenta que tanto o comprador como o corretor correm riscos se não tiverem uma assessoria especializada.

- Para quem está comprando, o risco é mais imediato.

Caso ele compre, por exemplo, um imóvel sub judice, isto é, sob o exame da Justiça: ele paga o sinal do negócio e, de repente, não tem como reaver esse valor, muito menos em dobro, como reza o documento de Arras.

Mas o risco também é do vendedor do imóvel, diz ele: - O proprietário pode ter herdado o bem e, por exemplo, não saber que ele está sub judice e que, portanto, não pode ser vendido. Esse proprietário acabará sendo processado, o imóvel ficará obstruído sob pendência judicial e, no fim, ele ainda poderá responder por perdas e danos.

Alexandre Corrêa, presidente do Conselho de Relações do Trabalho do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio), que representa os condomínios e administradoras, lembra que, mesmo que não haja denúncia ao Ministério Público, os porteiros e zeladores que atuam como corretores estão sujeitos a demissão por justa causa: - Tanto porque estão expondo a segurança do prédio como por desvio de função.

O assessor jurídico do Sindicato dos Empregados em Edifícios do Município do Rio, Antonio Carlos Batista, entretanto, insiste que, "com salários baixos demais", os porteiros são obrigados a fazer atividades extras.

- Eles acabam lavando vários carros por dia, para conseguir complementar a renda.

É claro que isso também não é função deles. A verdade é que os condomínios querem profissionais qualificados, mas não pagam o preço.

Projeto de lei tornava curso de segurança obrigatório

Em 2004, chegou a tramitar na Assembleia Legislativa um projeto de lei para aumentar a segurança dos condomínios, que obrigaria os síndicos do estado a matricularem seus porteiros e demais funcionários em cursos de segurança predial. O projeto de lei, que acabou não sendo aprovado, mexeria com os cofres dos quase 60 mil condomínios fluminenses, que precisariam pagar salários mais altos aos seus empregados.

Fonte:http://www.publicidadeimobiliaria.com/2011/03/porteiro-corretor.html

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Predio inclinado em Manaus




O Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) embargou um prédio irregular, sem licenciamento, no bairro Monte das Oliveiras, Zona Norte de Manaus. De acordo com o Instituto, o prédio, construído para abrigar quitinetes multifamiliar, além das irregularidades, apresenta uma leve inclinação, "provavelmente provocada por falta de aprume durante a obra".

O Instituto informou que, em razão da inclinação e outros detalhes irregulares quanto aos índices urbanísticos definidos no Plano Diretor, a obra foi embargada e deverá ficar parada até a regularização por parte do proprietário. Até esta quarta-feira (30), o proprietário não compareceu ao órgão para apresentar projeto arquitetônico e estrutural, registrado pelo CREA-AM, justamente com responsável técnico (RT), segundo informou a assessoria do órgão na manhã desta quinta (31).
O Instituto Municipal de Ordem Social informou também que laudos apontados pela Gerência de Engenharia (GEN) que o prédio está em situação de risco, por ter sido construído aproveitando uma obra de contenção de aterro para nivelamento do perímetro com o patamar da rua.
O Implurb esteve no local na semana passada, com equipes de fiscais e engenheiros. O proprietário, segundo o órgão, terá que providenciar, ainda, correção de reforço estrutural, com profissional qualificado de engenharia para resolver a situação.
Durante vistoria administrativa realizada pela Divisão de Controle (Dicon), constatou-se também que os ambientes que estavam sendo erguidos fogem dos preceitos da Engenharia, em divergência em conforto, habitabilidade e segurança geral na edificação, sem atender as dimensões mínimas dos compartimentos de um prédio residencial multifamiliar (área útil total de no mínimo 37 metros quadrados, com sala de 9m2, quarto 9m2, cozinha 6m2 e banheiro 3m2, nas medidas mínimas).
Fonte: http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/10/predio-com-estrutura-inclinada-e-embargado-na-zona-norte-de-manaus.html

Novo PDM x Vagas de Garagem



NOVO PLANO DIRETOR VAI LIMITAR VAGAS DE GARAGEM EM PRÉDIOS

O novo plano diretor de São Paulo, que será apresentado hoje pelo prefeito Fernando Haddad (PT), vai incorporar o discurso da atual gestão de limitar o uso do carro na cidade de São Paulo.

Principalmente perto dos grandes corredores urbanos, a lei vai colocar um teto no número de vagas de garagens por empreendimento, ao contrário da legislação atual, que exige mínimo de vagas para a aprovação do condomínio.

"Todo mundo tem direito a ter sua garagem. Mas a ideia é regular pelo limite máximo", afirma o arquiteto Fernando de Mello Franco, secretário de Desenvolvimento Urbano de São Paulo.

Segundo Franco, "se o mercado [imobiliário] quiser, ele poderá oferecer produtos sem vagas de garagem".

"Esse é o pacto que está acertado com a sociedade desde as manifestações. Em alguns lugares, será possível limitar as garagens porque o transporte público vai estar nessas áreas".

A regulação das vagas de garagem é um dos exemplos práticos em que o plano diretor vai tocar. Mas há outros.

A ideia central do novo projeto, que poderá receber contribuições pelos próximos 20 dias para, depois, ser enviado aos vereadores, é levar o emprego para perto da moradia. Ou seja, orientar o desenvolvimento urbano em algumas regiões específicas.

De acordo com Franco, os grandes eleitos são os corredores da Jacu-Pêssego, na zona leste de São Paulo, e avenida Cupecê, na zona sul.

O exemplo dado pelo secretário é direto. Se um empresário quiser construir um prédio comercial, na beira de um dos dois corredores, ele poderá erguer a obra usando coeficiente quatro de aproveitamento do terreno.

Para toda a cidade, o coeficiente básico (relação entre o tamanho do terreno e a área da obra) será um.

A cesta de instrumentos que ajudarão a adensar as grandes avenidas ainda tem outros ingredientes.

Os projetos não residenciais com espaços públicos ou comércio no térreo (em vez de muros), dentro dos eixos de desenvolvimento ou a até 200 metros deles, também terão incentivos legais.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/08/1328462-novo-plano-diretor-vai-limitar-vagas-de-garagem-em-predios.shtml